Fernando Pessoa - poemas
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Álvaro de Campos

A plácida face anônima de um morto.


 
     A plácida face anônima de um morto.
 

      Assim os antigos marinheiros portugueses,
      Que temeram, seguindo contudo, o mar grande do Fim,
      Viram, afinal, não monstros nem grandes abismos,
      Mas praias maravilhosas e estrelas por ver ainda.
 

      O que é que os taipais do mundo escondem nas montras de Deus?



 
  • Ao entardecer, debruçado pela janela, Alberto Caeiro 
  • Ao longe, ao luar, Cancioneiro 
  • Ao longe os montes têm neve ao sol, Ricardo Reis
  • Aos deuses peço só que me concedam, Ricardo Reis
  • A Outra, Cancioneiro 
  • Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra, Álvaro de Campos
  • A pálida luz da manhã de inverno, Poesias Inéditas 
  • A palidez do dia é levemente dourada, Ricardo Reis
  • A parte do indolente é a abstrata vida, Poesias Inéditas  

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